Mostrando postagens com marcador terceiro renascimento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador terceiro renascimento. Mostrar todas as postagens

23/07/2009

Proposta 1. Ensinar as regras do capitalismo 3.0

Depois de um ano da data desta proposta estamos trabalhando com uma dezena de universidades na Italia e no mundo sobre esta hipotese, justo através da atividade da Associação The Renaissance Link....
Data da proposta: 25 de julho de 2008
Fundamental na construção do Terceiro Renascimento e da sua visão, è a leitura do livro Capitalismo 3.0. O planeta patrimonio de todos. de Peter Barnes, que esclarece a possivel evolução - sem ingenuos rasgos revolucionarios - do nosso sistema capitalistico para uma forma mais consciente de visão politico-social que justamente o autor define up-grading do programa operativo da nossa sociedade. Os ultimos 10 anos de fato demonstraram - no impulso do movimento global e de muitas associações e fundações - a insustentabilidade do modelo economico, social e financeiro construido até hoje. Nos ultimos anos e na passagem do milenio está emergindo especialmente com força a centralidade dos "commons", ou seja dos bens comuns como ar, agua, informação, inteligenci e laços sociais, que não podem ser divididos e privatizados ainda mais, e que não podem ser administrados por meio das classicas logicas proprietarias. E isso não por causa de bondade ou de uma ideologia, mas por causa da propria sobrevivencia do nosso planeta e da nossa vida social. Por causa da propria sustentabilidade do sistema.
Barnes identifica - com a clareza e lucidez tipica dos anglo-saxões - tres grandes categorias sujeitas as novas logicas dos "commons": o meio ambiente, a cultura e os laços sociais; e sobre estes imagina a definição de um novo contrato social com as gerações futuras que destes bens correm ser privados. Esta è a intuição que torna a visão unica e potente, e que torna-se portanto esta nossa primeira proposta, para inscrever-se na dimensão nascente do Terceiro Renascimento, no encontro com o capitalismo 3.0 e na corrente da emoção sustentavel, onde se cruzam os interesses de pais e filhos, empresarios e trabalhadores.
A proposta é de lançar hipoteses concretas, ideias e praticas para enriquecer esta visão, trabalhando com as empresas. Em todas as facultades de Economia será preciso começar a ensinar o Capitalismo 3.0: comecemos pela Bocconi e as Universidades milanesas, aproveitando da sincronia com a Expo 2015 que propõe justamente estes argumentos, e vamos movimentar este Circulo Virtuoso. Sei de muitos professores universitarios que acompanham este blog: comecemos então este dialogo.

13/07/2009

PreSentimento 167. O escritorio como animal ofegante

Data do presentimento: 13 de julho de 2008
Voltamos ao livro de Danilo Premoli sobre o futuro do escritorio : Dez anos depois: o projeto Escritorio no inicio do novo milenio, sobre o qual já falamos no post de 9 de julho. O argumento vale a pena. Imaginando o escritorio de hoje e de amanhã Luigi Giaffone fala de espaços de hospitalidade, de relax, de learning. King e Miranda concentram sua atenção sobre o homem, dando espço ao simbolo das mãos. Ferruccio laviani fala em personalização dos espaços e Piero Lissoni de espaços de decompressão para o pensamento. Com certeza o escritorio do futuro será uma caixa cheia de surpresas, em um contexto definido por longas mesas que como afirma Alessandro Mendini "se tornam quase uma toponomastica", ou por transparencias que como afirma Franco Mirenzi se tornam moda, transformando os limites internos de tangiveis em intangiveis. Comprender a expressão fisica do escritorio do futuro significa antes de tudo reconhecer de maneira iluminista os progressos da tecnologia, a presença de plataformas digitais, que regulam a comunicação entre escritorio e o espaço em volta: um cenario motivador para equipes de trabalho que, como afirmam Luciano Pagani e Angelo Perversi reconhecem nele o aspecto cenografico, com simbologias que Franco Raggi considera mais incisivas do que no espaço domestico. o Novo Renascimento que Massimo Scolari evoca na sua reflexão, se encarna portanto nas relações entre as coisas, a estetica e o contexto socio-cultural evocado por Stefano Marzano, até chegar até àquele ideal de mosteiro proposto por mario Trimarchi, e para alimentar uma ideia de sustentabilidade que como fala Matteo Thun não se limita ao visivel. A sintese final´`e proposta por Ettore Sottsass que com a sabedoria do mestre por todos nos pranteado, imagina o escritorio como "um animal ofegante, em movimento perpetuo"
Data de vencimento 13 de julho de 2015

26/02/2009

PreVisão 107. O primeiro "miracolo italiano"

Data da previsão: 25 de fevereiro de 2008
" A tese que queremos propôr ao debate neste breve ensaio afirma que a Italia poderá nos proximos anos representar um papel totalmente novo na area internacional, se terá a ambição e a capacidade em valorizar seu proprio extraordinario talento em produzir felicidade cotidiana. Nesta missão a vocação estetica do nosso País deverá assumir uma centralidade que até hoje não adquiriu, priorizando o modelo produtivo e cultural que soubemos criar no passado, desde o Renascimento para cá. O sentido da Italia. Quando Raffaele Simone fala no seu livro Il paese del pressapoco (o País do mais ou menos) da falta de um Evento Fatal no qual os italianos possam se identificar, está certo: o Risorgimento Italiano (resurreição italiana de 1800 que levou á independencia da dominação estrangeira e à Italia Unida em 1860 - n.tr.) não reune as caracteristicas eroicas e decisivas para poder sustentar o sonho de todo um povo, e no fundo nem Garibaldi nos pertence exclusivamente(o heroi dos dois mundos..) Acreditamos que a fonte mais extraordinaria e que melhor representa a identidade italiana seja justamente o Renascimento: e portanto não um Evento Fatal, mas uma inteira fase da nossa historia na qual, apesar de a Italia ainda nem existir como Estado-Nação, se fundem e convergem todos os elementos que vão se tornar o codigo genetico da nossa italianidade, e nossos valores profundos que produzem qualidade de vida: o Vitalismo Plural, a Criatividade no lazer, a Inteligencia Relacional, o Universalismo Intimo, e todas as outras "virtudes" que descreveremos na primeira parte do livro." de Il senso dell'Italia
Data de vencimento: 25 de fevereiro de 2010

19/02/2009

PreVisão 104. O sentido da Italia

Um ano se passou da publicação do livro Il senso dell'Italia(O sentido da Italia), muitas outras coisas aconteceram, e o projeto Terceiro Renascimento decolou e será apresentado para a emprensa no dia 27 de março 2009, com Giovanni Lanzone, Paolo Anselmi, entre outros. As boas noticias continuam, e nos proximos dias vou informa-los.


Data da previsão: 22 de fevereiro de 2008.
Hoje está sendo lançado nas livrarias da Italia toda meu novo livro Il senso dell'Italia. Instruções para o terceiro miraculo italiano. Um ano e meio atrás, quando o livro foi concebido e escrito no seu nucleo essencial (no magnifico resort Txai, na costa brasileira perto de Itararé, nas ferias de verão) , nunca imaginaria que os assuntos abordados neste breve panfleto se tornariam tão quentes não somente no panorama cultural de reflexão sobre os costumes, mas no debate politico e da midia também. Até no calor de uma vibrante campanha eleitoral. Trabalhar sobre o futuro e na construção de novas visões, para elaborar previsões e presentimentos, significa também colher intuições felizes para depois desenvolve-las instintivamente. E é isso que aconteceu. A lentidão e perplexidade dos editores interessados em potencial no projeto fizeram o restante. O livro sai portanto em um momento que marca uma passagem delicada em que o nosso país procura encontrar um novo ordinamento politico, com novas regras de comportamento e novos objetivos a alcançar. Estão todos convidados á apresentação no salão de Honra da Trienal no dia 4 de março á 18:30, com os palestrantes: Paolo Anselmi, Andrea Branzi, Luca de Biase e Giovanni Lanzone. Iniciando com a leitura do livro procuraremos junto debater o tema do Terceiro Renascimento

Data de vencimento: 4 de março de 2008.

23/01/2009

PreVisão 89. O projeto do terceiro Renascimento

Data do presentimento: 18 de janeiro de 2008
As analises do Future Concept Lab demonstram a muitos anos que existe um espaço para uma visão neo-renascimental das profissões e do mercado: um relançamento dos valores humanisticos como inclusive propõem as reflexões do instituto Humanistic Management; uma revitalização da pesquisa cientifica e tecnologica ao redor de um nucleo forte de valores criativos saindo da tradição humana e social, uma centralidade do design á italiana - entendido como um procedimento intuitivo produtor de qualidade - , a definição de estrategias de longo prazo para o aprimoramento da qualidade da vida e do seu gosto cotidiano.
O objetivo do projeto é de colocar a Italia e sua tradição Renascimental ao centro de uma nova visão estrategica que concilia a qualidade dos produtos, do management e da vida cotidiana, em uma atividade interdisciplinar, inovativa e humanistica, que se distancia do fantasma da visão economico-centrista promovida pelo capitalismo e pela finança do tipo anglo-saxão que está finalmente sendo rediscutida no mundo todo, em oposição á velha logica de uma globalização surda as diferencias que esmaga o genius loci de povos e nações.
O projeto do Terceiro Renascimento - que esperamos possa se tornar em um futuro proximo uma Fundação - pode relanãr neste modo o sentido da Italia, o made in Italy, mas também as jazidas culturais do mediterraneo e da Europa, e de paises e empresas que reconhecem a visão do Terceiro Renascimento ( desde a França até a Olanda e a Alemanha, assim como aconteceu no proprio Renascimento). Pode-se prever que, assim como para a Comunidade Europeia, a visão do Terceiro Renascimento será apta a atrair energias e interesses além dos confins europeus, particularmente naqueles paises que pelo envolvimento com o mundo colonial representavam indiretamente o "lado oposto" do Renascimento.
Trata-se de criar um grupo de partners com uma forte identidade e caracteristicas comuns no mercado ( vocação "iluminada", e frequentemente "familiar", exportação maciça no mundo todo, alta inovação do procedimento e de produto, gestão sustentavel dos recursos, forte valor agregado na qualidade da vida das pessoas) que consigam chamar atenção, curiosidade, entusiasmo se apresentando ao mercado, criando estrategias comuns , por exemplo, na maneira como lidar com os mercados do BRIC. Estas empresas deverão também contar sua historia em maneira transparente e documentada obedecendo ás logicas do neo-iluminismo.
Data de vencimento: 18 de janeiro de 2018

26/12/2008

Proposta 21. Integração natalina e artezanal

No dia de Natal os bons sentimentos se reforçam, bem como os propositos para o futuro. Por isso estou voltando à ultima proposta(21) comentada em 12 de dezembro ultimo, e informo os leitores sobre o inicio do projeto do grupo do Terceiro Renascimento que está se encontrando a nove meses em Milano: descobrir no territorio italiano todas aquelas empresas "invisiveis" ( de pequenas dimensões e sem vocação ao marketing nem à comunicação) que encarnam inconscientemente os valores do Terceiro Renascimento, para envolve-las em um projeto mais amplo de crescimento e de reconhecimento, possibilitando visibilidade e conscientização a elas, e a nós linfa vital para o futuro, demonstrando que o made in Italy não está morto e ao contrario tem inumeras possibilidades de desenvolvimento. Uma visão consistente nesta direção nos é proporcionada pelo ultimo livro de Richard Sennet L'uomo artigiano(o homem artezão), onde o autor propõe recuperar as motivações e os talentos do artezão para modificar os paradigmas da qualidade que a sociedade industrial instaurou.

Proposta 21. (12 dezembro de 2008)
Um dos pontos do manifesto sobre o Terceiro Renascimento (veja na categoria "propostas" a de numero 17 , no ponto 9) propõem de recolher todas as experiencias desenvolvidas no territorio italiano nestes anos nos varios ambientes e ocasiões(dos festivais urbanos aos projetos distritais) para relançar suas potencialidades renascimentais além de suas proprias valenças locais, encontrando assim uma consciencia mais ampla de suas potencialidades. E esta vigesima primeira é portanto a proposta de tornar operante esta intenção, e de iniciar um monitoramento analitico a começar pelas milhares de empresas italianas - desde as maiores como Ferrero e Illycaffé às menores, como aquelas descritas nos livros sobre a excelencia do made in Italy (de Slow Economy à Nostra eccellenza), que encarnam, às vezes inconscientemente e instintivamente, o modelo do terceiro renascimento que estamos elaborando. Esta atividade de busca no territorio permitirá identificar e esclarecer os parametros sobre os quais poderemos definir a pleno titulo uma empresa na categoria da excelencia: centralidade da inovação fundamentada no territorio, capacidade de relacionamento humano, interdisciplinariedade, capacidades neo-artezanais aplicadas na logica industrila, transferencia virtuosa de conhecimento. Logo a partir da proxima semana iniciaremos portanto a mostrar as empresas exemplares que obedecer estes requisitos, e pedimos a todos vocés leitores para que nos indiquem outras experiencias empresariais - não importa a dimensão - que se alinham nesta direção. O objetivo declarado desta seleção é compôr um ranking das primeiras 100 empresas italianas que formarão a plataforma operativa do Terceiro Renascimento.

20/12/2008

Proposta 21. Monitorar as empresas inconsciente e instintivamente renascimentais.

Proposta 21. (12 de dezembro de 2008)
Um dos pontos do manifesto sobre o Terceiro Renascimento (veja na categoria "propostas" a de numero 17 , no ponto 9) propõem de recolher todas as experiencias desenvolvidas no territorio italiano nestes anos nos varios ambientes e ocasiões(dos festivais urbanos aos projetos distritais) para relançar suas potencialidades renascimentais além de suas proprias valenças locais, encontrando assim uma consciencia mais ampla de suas potencialidades. E esta vigesima primeira é portanto a proposta de tornar operante esta intenção, e de iniciar um monitoramento analitico a começar pelas milhares de empresas italianas - desde as maiores como Ferrero e Illycaffé às menores, como aquelas descritas nos livros sobre a excelencia do made in Italy (de Slow Economy à Nostra eccellenza), que encarnam, às vezes inconscientemente e instintivamente, o modelo do terceiro renascimento que estamos elaborando. Esta atividade de busca no territorio permitirá identificar e esclarecer os parametros sobre os quais poderemos definir a pleno titulo uma empresa na categoria da excelencia: centralidade da inovação fundamentada no territorio, capacidade de relacionamento humano, interdisciplinariedade, capacidades neo-artezanais aplicadas na logica industrila, transferencia virtuosa de conhecimento. Logo a partir da proxima semana iniciaremos portanto a mostrar as empresas exemplares que obedecer estes requisitos, e pedimos a todos vocés leitores para que nos indiquem outras experiencias empresariais - não importa a dimensão - que se alinham nesta direção. O objetivo declarado desta seleção é compôr um ranking das primeiras 100 empresas italianas que formarão a plataforma operativa do Terceiro Renascimento.

21/11/2008

()Proposta 18. Novas gerações e Terceiro Renascimento

Data da proposta: 21 novembre de 2008
Para comprender a evolução possivel de um terceiro renascimento precisará confrontar-se com a evolução das gerações e suas caracteristicas mais profundas. Nesta proposta e na da proxima semana apresentamos 5 grupos geracionais que encarnam a condição criativa de sua geração, e que constituem portanto o nucleo duro dos consum-autores nas suas faixas etarias. Em baixo vamos descreve-los brevemente.
Posh-Tweens - (8-12 anos, ambos os sexos, Italia como pais tipico). Os Posh Tweens são adolescentes que gostam de novidades, talvez os ultimos e os unicos a seguir as logicas tradicionais da ultima moda, a propor esteticas omologadas e reconheciveis, que se encaixam no cenario das marcas e das griffes. Um nucleo geracional que podemos definir fashion victims. Por esta razão muitos estilistas e alguns designer se apresentam com suas linhas de produto para esta faixa etaria. Para este caso a proposta é imaginar modelos educativos novos, onde evitar excesso de conformismo.
Expo teens - (12-20 anos, ambos os sexos, Japon como pais tipico). Os Expo Teens são teen-agers que vivem sua identidade como"exposição" (que inclue a exibição, mas a exposição às tecnologias também, o uso dos codigos das tribos, a sensibilidade às variadas linguagens com a musica em primeiro lugar), e que criam seu proprio mundo estetico em cima desta plataforma. No mundo deste nucleo geracional a moda se encontra com a arte, a grafica e o design, e o ExpoTeen - com a mudança de idade - se torna ExperTeen. A proposta é de ajuda-los a desenvolver sua propria competencia, evitando excessos exibitivos e de narcisismo.
Linker People - (20-25 anos, ambos os sexos, Finlandia como pais tipico). Novos individuos que vivem a condição multiplayer, os Linker People vivem a condição urbana como um infinito reservatorio de estimulos para propor e colecionar. Eles se mostram trend setters nos comportamentos de consumo e grandes exploradores de comportamentos e modas. Um nucleo geracional aberto a todo tipo de combinações, mesmo imprevistas, entre fenomenos mediaticos e experiencia pessoal, para criar e repropor "codigos comuns". A proposta é de envolve-los da maneira mais ativa possivel na definição de novos projetos.
Unique Sons - (20-35 anos - ambos os sexos, China como pais tipico). È a geração dos filhos unicos: individualistas, egocentricos, narcisistas e consumistas. São e se sentem unicos, mas ficam procurando continuamente os irmãos que nunca tiveram. Este é o nucleo geracional que de fato representa o motor da nova sociedade de consumo - da China até o Mediterraneo -. Individuos envolvidos em atividades criativas e em performances economicas que constituem seu horizonte existencial. Entre a mitologia do capitalismo e a volta ao familismo. A proposta é de dirigir seu entusiasmo pelo consumo na direção da inovação.
Sense Girls - (25-35 anos, sexo feminino, Tailandia como pais tipico). Refinadas, sensiveis exoticas, as Sense Girls propõem uma estetica absolutamente distante da vulgaridade mediatica, pondo-se ao centro de uma revolução etica e estetica que define uma mudança profunda de paradigma, e neutraliza a corrida acritica para a modernização pelas grandes nações asiaticas. Neste caso a transformação será comandada não pelo Far East, mas pela Asia do meio e pelas comunidades budistas: junto com a Tailandia, a India e Sri Lanka, e junto com as moças sul-americanas e nord-europeias. A proposta é de mixar a sensibilidade estetica oriental com a ocidental.

19/11/2008

PreVisão 60. Fazer pensando, pensar fazendo

Data do presentimento: 19 de novembro de 2007
As pesquisas mais recentes demonstram a paixão pela manualidade, pelos gestos simples e autenticos que são redescobertos no tempo livre: o modelismo, a jardinagem, a manutenção criativa da primeira e da segunda casa, o decoupage, continuam sendo atividades que reunem uma comunidade sempre mais ampla de apaixonados , que se encontram, conversam na internet, trocam conselhos e opiniões, recuperam no momento de lazer a capacidade e o desejo de estar juntos para "fazer", que tinham sido perdidas na trama frenetica dos compromissos cotidianos.
Muitas vezes o tempo, libertado da obsessão da performance profissional, torna-se para as pessoas o tempo da cultura, da leitura, e sobretudo da fantasia e da invenção. Porque para fantasticar precisamos de tempo e sobretudo daquela energia que somente o descanso pode nos dar. Todos sabemos que as ideias melhores, os projetos mais visionarios, as intuições mais lucidas, emergem magicamente nos momentos de ocio que se torna criativo espontaneamente. O ocio de Newton aos pes da macieira é uma lenda que esclarece este aspecto: a teoria que revolucionou o destino cientifico do mundo nasce desta capacidade de pensar e em seguida experimentar seus proprios pensamentos.
O presentimento é portanto que nos proximos 6 anos serão desenvolvidos novos cursos e atividades ensinando a fazer pensando e a pensar fazendo....
Data de vencimento: 19 de novembro de 2013

18/11/2008

()Proposta 17. O Terceiro Renascimento em 10 pontos

Proposta 17 (14 de novembro 2008)
Depois de alguns meses de incubação a proposta 7 (5 de setembro 2008) está agora aprimorada, reavaliada e reforçada . Chegou o momento de publica-la nesta ultima redação como uma contribuição estruturada, elaborada em um grupo de amigos e profissionais que sentem com entusiasmo esta visão renovada por uma globalização criativa. O objetivo é colher nestas propostas de trabalho a maior quantidade de contribuições, ao fim de torna-las um movimento de pensamento, uma oportunidade de encontro, uma ocasião de debate.
1) Começar pela aliança entre projeto empresarial, visão politica, qualidade territorial e talento artistico. Olhar para o Renascimento italiano como modelo de sistema: sua capacidade de integração entre as esferas do saber, sua capacidade de desenvolvimento e irradiação.
2) Considerar a cidade como um laboratorio aberto de encontros e experiencias culturais, formativas, interdisciplinares, em que as empresas iluminadas voltem a ter um papel decisivo na expressão do talento.
3) Recolocar ao centro da formação pessoal a pesquisa e a invenção, a cultura do fazer, a experiencia das Artes e Profissões, o aprendizado entusiasmante da Oficina Renascimental, proporcionando nova dignidade e prestigio ao saber fazer, conciliando inovação tecnologica e tradição artezanal.
4) Experimentar a atitude do cuidado, o gosto estetico e suas expressões no ambito de uma redefinição etica da experiencia, que nasce do encontro um patrimonio de cultura e a capacidade de criação, entre sensibilidade e beleza.
5) Comprender quanto o aprendizado, o projeto, a transmissão contagiosa do saber possa tornar-se uma experiencia feliz e entusiasmante para as gerações jovens, se for ligada ao uso competente das novas tecnologias.
6) Definir uma possivel convergencia entre as novas fronteiras do Web, capitalismo responsavel e a propria visão do Terceiro Renascimento. Estimular modelos operativos fundamentados no valor mais do que no lucro, na co-criação mais que na ierarquia.
7) Valorizar a experiencia do Segundo Renascimento marcado na Italia pelo surgimento das fabricas do design (de Adriano Olivetti a Alberto Alessi) e das logicas avançadas do design thinking, que constituem uma alternativa importante ao modelo de management mais tradicional.
8) Integrar esta visão economico-cultural com os valores e as experiencias do Humanistic Management, e particularmente da open organization e da network economy como base de novos modelos organizacionais de suporte à atividade social e economica. Para enfrentar o tema delicado de "como aprender a aprender".
9) Reunir todas as experiencias desenvolvidas no territorio italiano nestes anos nos varios ambientes e ocasiões ( desde os festivais urbanos aos projetos distritais) e relançar suas potencialidades renascimentais além da sua propria valença local, fazendo-as adquirir uma nova potencialidade europea e internacional.
10) Agir como grande coletor e catalizador de propostas, projetos, pessoas e energias que sintam estar em sintonia com estes temas, para fornecer à Italia novas perspectivas de desenvolvimento e concretas energias para o crescimento.

07/11/2008

Proposta 16. O Terceiro Renascimento do ensino

As aulas na praça como exemplo de pratica puxante do Terceiro Renascimento: o desafio didatico, a cidade como palco, o contato com os cidadões, a sensibilidade intergeracional, a experimentação de novas praticas. Tudo parece demonstrar que os tempos estão maduros para uma visão ambiciosa como aquela do Terceiro Renascimento, que pode encontrar sua expressaõ maxima somente na Italia. A analogia com os festivais urbanos e seu crescente sucesso na Italia parece evidente. Como proposta desta semana vem portanto um apelo aos estudantes, seus pais, seus professores com o objetivo de reforçar a plataforma emotiva que está se criando para uma nova experiencia politica iluminada. Muitas vezes as coisas se percebem somente depois de faze-las. Não acredito que os estudantes precisem destas indicações porque estão se demonstrando muito mais sabios e inteligentes de quanto os adultos imaginariam: é só consultar o trabalho especial que Nova100 (em italiano) publicou na quinta feira passada sobre a Onda estudantil e sua capacidade de interpretar a Web 2.0, para comprender quanto seja realizavel um Terceiro Renascimento começando por baixo. E portanto esta contribuição vale mais para os pais, que ainda não entendem completamente o que está acontecendo, que para os filhos, finalmente protagonistas além dos bairrismos ideologicos.

1) Provem ser melhores que seus pais, evitando furores ideologicos e praticas sectarias, aprofundando as razões do protesto. Perfeita a tomada de distancia de personagens nevroticos e psicolabeis tipo Grillo.
2) Procurem caminhos originais e construtivos nesta recusa ao corte ao conhecimento imposto por politicos ignorantes. O modelo de referencia permanece o presidente culto e probo, Giorgio Napolitano.
3) Aproveitem este momento para relançar com alegria a capacidade de condividir as experiencias, tipica da sua idade, que sua geração parecia ter perdido. As novas tecnologias e o sucesso de Obama serão seus companheiros de estrada.
4) Estimulem e busquem o comprometimento de seus professores e de seus pais nos projetos que tem elaborado, promovendo o crescimento inter-geracional. Esta é a ponte, não ideologica mas emocional, com o '68. Os valores são os mesmos, mas desta vez sem conflitos geracionais e com praticas completamente renovadas.
5) Restituam frescor e energia à politica, avaliando as diferentes visões do mundo e lutando pelos valores em que acreditam. Com transparencia e entusiasmo, como nas aulas na praça, abertas aos cidadões.
6)Decretem neste modo e com força seu direito não somente ao estudo, mas à pesquisa e ao conhecimento também. Além das aulas na praça, seria lindo começar um programa de exploração da cidade em que vivem, seguindo a ideia dos flaneurs e dos situacionistas( ver o post de ontem).
7) Continuem sem hesitar o jogo do dribling e a atitude ao aprendizado, além do mundo adulto. A arte, o teatro, os espetaculos geniais e envolventes do Cirque du Soleil serão uma fonte de inspiração para o novo movimento.
8) Mantenham contatos com seus amigos de outras cidades e paises, dando alento internacional a sua visão. O Terceiro Renascimento vai ser construido em cima da educação, conhecimento e pesquisa.
9) Usem o momento do protesto ativando novos interesses e novas curiosidades, como aconteceu 40 anos atrás. Novos relacionamentos, novas seduções além do mito dos "famosos". Mostrando que o orgão mais erotico continua sendo o cerebro, enquanto o intelectualismo esteril é sua negação.
10) Valorizem este tempo vital extraordinario harmonizando as novas experiencias afetivas com o desejo de conhecer o mundo. As praticas inteligentes e as mentes abertas serão seu constante amparo.
( veja as propostas anteriores na categoria: terceiro renascimento)

31/10/2008

()Proposta 15. Obama e a politica do terceiro milenio

O grande interesse provocado pelo post de segunda feira passada a respeito da manifestação do PD (partito democratico, na oposição n.d.tr.) me convida a repropor seus argumentos em termos de proposta, com esta ideia de partida: trabar na plataforma emotiva que Obama soube criar nos USA, começando também pela interessante analise de Giuliano da Empoli no seu atualissimo livro Obama. A politica na era de Facebook, que esclarece algumas fases necessarias para entrar na politica do terceiro milenio.

" A manifestação de 25 de outubro se constitue em um divisor de aguas na politica italiana dos ultimos anos, por uma serie de condições externas que se criaram magicamente nestas semanas e que o Partito Democratico precisará saber utilizar nos proximos meses como plataforma emotiva para um relançamento, não somente nas pesquisas, mas também e sobretudo na definição de uma visão e de uma missão. E foi justo a falta de uma plataforma emotiva que dificultou até agora a credibilidade de um projeto lançado às pressas no ano passado para conter o retorno impetuoso de um Berlusconi de outrora. Estas condições respondem pelos nomes de Obama, Gelmini e Saviano. Tres nomes que nos levam a acontecimentos que Veltroni soube bem evocar e modular no discurso expectacular no Circo Maximo para uma plateia que vibrava de emoçâo. A querelle sobre os numeros não é relevante: o que interessa nestes casos é a tomada geral, o blink, a emoção comprimida e contida na intensidade de 55 minutos vividos num só folego, sem baixas de tensão, com a capacidade de refletir, com uma lucidez e um calor que só é dos grandes oradores e dos grandes discursos que ficam por muito tempo na nossa lembrança. E neste caso cai bem o paralelo com um Obama que se apresenta justamente nestes dias com as credenciais para um triunfo que periga ser arrebatador. Veltroni foi o primeiro leader politico do Ocidente a reconhecer o talento e compartilhar da visão do homem que parece fadado a mudar para sempre os paradigmas da politica americana e mundial, que a começar de sua biografia e de um uso inovativo da rede conseguiu na tarefa impossivel de transpor as fronteiras de uma Casa Branca desde sempre realmente só branca e etnicamente traçada: nunca teve um presidente que não fosse wasp, e sempre de origem britanica ou olandesa. Nunca um ispanico, um italo-americano e menos ainda um afro-americano. O Partito Democratico precisará saber endereçar o novo entusiasmo nesta mesma direção, abrindo imediatamente um relacionamento privilegiado com a Nova Casa Branca e o novo curso politico, apresentando uma receita que saiba superar a crisi financeira e esclarecer o fim de um modelo que encontra a direita despreparada e envolvida até os ossos em compromissos de responsabilidade economica e social. Veltroni não hesitou em indicar este como o unico caminho possivel. O segundo nome é o da Gelmini que tornou-se em poucas semanas o simbolo da insuficiencia, da superficialidade, da ignorancia e do provincianismo de um grupo em que somente Fini (não por acaso critico e afastado nesta fase) parece em condição de usar com sabedoria sua preparação politica e institucional. É desconcertante que com o decreto sobre o professor unico na escola primaria (a unica que funciona na Italia, com o reconhecimento no mundo todo), o grupo de governo foi tocar o nervo descoberto da sua fraqueza: a cultura, a educação, a capacidade de desenvolver projetos serios sobre um tema tão estrategico e decisivo, sobre o qual a cultura docentro-esquerda tem uma vantagem enorme, qualquer que seja a opinião de Luca Ricolfi no seu belo livro sobre a inegavel antipatia da esquerda. A superioridade moral e cultural da esquerda é inegavel também; os numeros a demonstram: a media dos livros lidos, de eventos culturais frequentados, de projetos sociais encaminhados no territorio. Por outro lado esta superioridade quase sempre foi-se transformando em desvantagem: a cultura e a inteligencia culturizada levam às distinções cavilosas, ao desenvolvimento da conciencia critica, às infindas discussões nas quais e esquerda se debate eternamente: aos muitos galos no galinheiro.
//////////////////////////////////////////////////////////////
l pollaio. Ma nello stesso tempo è una forza straordinaria quando si tratta di smontare le fragili visioni e decisioni di una destra che sulla scuola, sull’Università, sulla ricerca e sulla cultura ha davvero poco da dire e da proporre. Perché come ha saputo felicemente ricordare Veltroni nel suo discorso, per Berlusconi la scuola è la televisione, la sua televisione. Su questo tema il PD potrà recuperare le centinaia di migliaia di genitori che in Italia sono preoccupati per il destino dei loro figli: in Italia – come sappiamo – i figli e la famiglia contano più di ogni altra cosa. Ed è qui che si intravede uno spazio per la riscossa di una Italia che vuole ripartire dai propri talenti nascosti, dai propri valori e dal proprio carattere imprevedibile, ingegnoso e creativo. E’ qui che il Senso dell’Italia può trovare spazio e respiro, nell’utopia realizzabile di un Terzo Rinascimento.L’intempestiva imposizione del decreto sulla scuola ha dunque creato i presupposti di una rivolta e di una presa di coscienza collettiva, al di là delle posizioni politico-ideologiche, tra interi settori della società: dalle mamme agli studenti di tutte le età che fino a quel momento non avevano mai manifestato direttamente una opinione tanto chiara sul futuro.Il terzo nome è quello di Roberto Saviano, che nel corso della manifestazione e del discorso di Veltroni ha ricevuto l’applauso più lungo. Un personaggio - simbolo stesso della possibilità di un Terzo Rinascimento -, con la sua lucidità d’analisi e talento nella scrittura. Con la sua capacità di far convergere ragione ed emozione, una capacità che costituisce la cifra stessa della sua scrittura e della sua protesta, e che evoca la forza di personaggi altrettanto virtuosi nella chiarezza e nella passione: dal Che a Martin Luther King. Ebbene, a dispetto del suo iniziale posizionamento bi-partisan, Saviano sta diventando un eroe del PD al di là delle sue intenzioni, per forza di gravitazione spontanea: Gomorra trionfa nelle librerie e nelle sale cinematografiche coinvolgendo per la stragrande maggioranza quel popolo che le frequenta e che appartiene al mondo del centro-sinistra. Se a questo aggiungiamo le gaffe di Maroni, il coinvolgimento di esponenti della Pdl come Cosentino nelle trame camorriste, e soprattutto la scarsa credibilità di Berlusconi nel combattere questi fenomeni, il quadro appare chiaro e l’evoluzione altrettanto probabile. Saviano è e sarà il simbolo di quell’Italia morale e battagliera che appare migliore di chi la governa. Non bisogna avere paura di affermarlo, a costo di apparire antipatici, e su questo però costruire le basi di una reale alternativa civile e illuminata. Tutti i valori che emergono e continueranno ad emergere nei prossimi mesi e nei prossimi anni sono e continueranno ad essere quelli compatibili con una sinistra riformista nelle pratiche e radicale nei valori, che non accetta compromessi, ma che sa dialogare, ferma e sicura della propria visione del mondo, ma ormai lontana dai veti ideologici e dalle chiusure preconcette. Non è possibile prevedere quanto tempo ci vorrà, ma è certo che il nostro futuro va in questa direzione, e che Veltroni vincerà la sua battaglia, se solo riuscirà a consolidare la sua piattaforma emotiva. La manifestazione del 25 ottobre è stato un primo, importante passo in questa direzione, a condizione che non si smarrisca la strada di una nuova progettualità.(veja as outras propostas sobre o terceiro renascimento
( veja as propostas anteriores na categoria: terceiro renascimento)

27/10/2008

PreVisão 50bis. A plataforma emotiva que faltava

()
Data da previsão 50 bis: 27 de outubro de 2008
A manifestação de 25 de outubro se constitue em um divisor de aguas na politica italiana dos ultmos anos, por uma serie de condições externas que se criaram magicamente nestas semanas e que o Partito Democratico precisará saber utilizar nos proximos meses como plataforma emotiva para um relançamento, não somente nas pesquisas, mas também e sobretudo na definição de uma visão e de uma missão. E foi justo a falta de uma plataforma emotiva que dificultou até agora a credibilidade de um projeto lançado ás pressas no ano passado para conter o retorno impetuoso de um Berlusconi de outrora. Estas condições respondem pelos nomes de Obama, Gelmini e Saviano. Tres nomes que nos levam a acontecimentos que Veltroni soube bem evocar e modular no discurso expectacular no Circo Maximo para uma plateia que vibrava de emoçâo. A querelle sobre os numeros não é relevante: o que interessa nestes casos é a tomada geral, o blink, a emoção comprimida e contida na intensidade de 55 minutos vividos num só folego, sem baixas de tensão, com a capacidade de refletir, com uma lucidez e um calor que só é dos grandes oradores e dos grandes discursos que ficam por muito tempo na nossa lembrança. E neste caso cai bem o paralelo com um Obama que se apresenta justamente nestes dias com as credenciais para um triunfo que periga ser arrebatador. Veltroni foi o primeiro leader politico do Ocidente a reconhecer o talento e compartilhar da visão do homem que parece fadado a mudar para sempre os paradigmas da politica americana emundial, que a começar da sua biografia e de um uso inovativo da rede conseguiu na tarefa impossivel de transpor as fronteiras de uma Casa Branca desde sempre realmente só branca e etnicamente traçada: nunca teve um presidente que não fosse wasp, e sempre de origem britanica ou olandesa. Nunca um ispanico, um italo-americano e menos ainda um afro-americano. O Partito Democratico precisará saber endereçar o novo entusiasmo nesta mesma direção, abrindo imediatamente um relacionamento privilegiado com a Nova Casa Branca e o novo curso politico, apresentando uma receita que saiba superar a crisi financeira e esclarecer o fim de um modelo que encontra a direita despreparada e envolvida até os ossos em compromissos de responsabilidade economica e social. Veltroni não
////////////////////////////////////////////////////////////////////
lta fino alla punta dei capelli in termini di responsabilità economica e sociale. Veltroni non ha esitato nell’indicare questa come l’unica strada percorribile.Il secondo nome è quello della Gelmini, diventato in poche settimane il simbolo dell’inadeguatezza, della superficialità, dell’ignoranza e del provincialismo di una compagine nella quale solo Fini (non a caso critico e defilato in questa fase) appare in grado di usare con saggezza la propria preparazione politica e istituzionale. E’ sconcertante che con il decreto sul maestro unico nella scuola elementare (l’unica che funzioni in Italia, con riconoscimenti in tutto il mondo), il gruppo di governo sia andato a toccare il nervo scoperto della propria debolezza: la cultura, l’educazione, la capacità di sviluppare progetti seri su un tema tanto strategico e decisivo sul quale la cultura di centro sinistra ha un vantaggio enorme, checchè ne dica e ne scriva Luca Ricolfi nel suo bel libro sull’innegabile antipatia della sinistra. La superiorità morale e culturale della sinistra è però reale e innegabile; ci sono i numeri a dimostrarlo: la media di libri letti, di eventi culturali frequentati, di progetti sociali avviati sul territorio. Peraltro questa superiorità si è quasi sempre trasformata in uno svantaggio: la cultura e l’intelligenza acculturata conduce ai distinguo, allo sviluppo della coscienza critica, alle infinite discussioni in cui da sempre la sinistra si dibatte: ai tanti galli nel pollaio. Ma nello stesso tempo è una forza straordinaria quando si tratta di smontare le fragili visioni e decisioni di una destra che sulla scuola, sull’Università, sulla ricerca e sulla cultura ha davvero poco da dire e da proporre. Perché come ha saputo felicemente ricordare Veltroni nel suo discorso, per Berlusconi la scuola è la televisione, la sua televisione. Su questo tema il PD potrà recuperare le centinaia di migliaia di genitori che in Italia sono preoccupati per il destino dei loro figli: in Italia – come sappiamo – i figli e la famiglia contano più di ogni altra cosa. Ed è qui che si intravede uno spazio per la riscossa di una Italia che vuole ripartire dai propri talenti nascosti, dai propri valori e dal proprio carattere imprevedibile, ingegnoso e creativo. E’ qui che il Senso dell’Italia può trovare spazio e respiro, nell’utopia realizzabile di un Terzo Rinascimento.L’intempestiva imposizione del decreto sulla scuola ha dunque creato i presupposti di una rivolta e di una presa di coscienza collettiva, al di là delle posizioni politico-ideologiche, tra interi settori della società: dalle mamme agli studenti di tutte le età che fino a quel momento non avevano mai manifestato direttamente una opinione tanto chiara sul futuro.Il terzo nome è quello di Roberto Saviano, che nel corso della manifestazione e del discorso di Veltroni ha ricevuto l’applauso più lungo. Un personaggio - simbolo stesso della possibilità di un Terzo Rinascimento -, con la sua lucidità d’analisi e talento nella scrittura. Con la sua capacità di far convergere ragione ed emozione, una capacità che costituisce la cifra stessa della sua scrittura e della sua protesta, e che evoca la forza di personaggi altrettanto virtuosi nella chiarezza e nella passione: dal Che a Martin Luther King. Ebbene, a dispetto del suo iniziale posizionamento bi-partisan, Saviano sta diventando un eroe del PD al di là delle sue intenzioni, per forza di gravitazione spontanea: Gomorra trionfa nelle librerie e nelle sale cinematografiche coinvolgendo per la stragrande maggioranza quel popolo che le frequenta e che appartiene al mondo del centro-sinistra. Se a questo aggiungiamo le gaffe di Maroni, il coinvolgimento di esponenti della Pdl come Cosentino nelle trame camorriste, e soprattutto la scarsa credibilità di Berlusconi nel combattere questi fenomeni, il quadro appare chiaro e l’evoluzione altrettanto probabile. Saviano è e sarà il simbolo di quell’Italia morale e battagliera che appare migliore di chi la governa. Non bisogna avere paura di affermarlo, a costo di apparire antipatici, e su questo però costruire le basi di una reale alternativa civile e illuminata. Tutti i valori che emergono e continueranno ad emergere nei prossimi mesi e nei prossimi anni sono e continueranno ad essere quelli compatibili con una sinistra riformista nelle pratiche e radicale nei valori, che non accetta compromessi, ma che sa dialogare, ferma e sicura della propria visione del mondo, ma ormai lontana dai veti ideologici e dalle chiusure preconcette. Non è possibile prevedere quanto tempo ci vorrà, ma è certo che il nostro futuro va in questa direzione, e che Veltroni vincerà la sua battaglia, se solo riuscirà a consolidare la sua piattaforma emotiva. La manifestazione del 25 ottobre è stato un primo, importante passo in questa direzione. Data di scadenza: 27 ottobre 2012 Scritto alle 09:52 in Italia, Politica, Terzo Rinascimento Commenti (0) TrackBack (0)

25/10/2008

Proposta 10. Ser visionarios porém precisos

Data da proposta: 26 desetembro de 2008.
A decima proposta se defronta com um paradoxo aparente: conciliar a visão com a precisão. Vivemos hoje não em uma epoca de mudança mas em uma mudança de epoca. É muito dificil hoje ser contemporaneos ao nosso proprio presente. E para isto precisa ter a coragem de ser precisos e não aproximativos. Quem acompanha este blog sabe que a pontualidade e a precisão eu diria ritual (em mais de um ano não pulamos nem um dia...) constituem uma regra absoluta para quem escreve. Uma grande expressão de liberdade. As previsões tem que ser relidas e analisadas depois de um tempo: de maneira precisa. Construir o futuro significa saber quais são as heranças positivas a trazer do passado e de que modo repropo-las. O Renascimento foi levado para frente por pessoas dotadas de instinto estetico e profetico. O artista é um profeta capaz de ver antecipadamente este mondo inovativo. Pela primeira vez o homem se torna arquiteto do seu proprio futuro. Aliás através também da importancia da precisão. A precisão pode resgatar o homem da ignorancia cientifica, como Galileo conseguiu fazer: isso significa aceitar de se defrontar com precisão no confronto sobre a diversidade. Aquilo de que gostamos e aquilo de que não gostamos, com precisão e coragem em tomar distancia daquilo de que não gostamos nos outros, e de avaliar em maneira nova o que podemos em todo caso aprender deles.
A proposta é portanto cultivar a precisão na inovação, e construir experiencias em que até a atenção a pequenas falhas seja cultivada como uma possibilidade de crescimento.
(veja as propostas anteriores na categoria: terceiro renascimento)

23/10/2008

Proposta 8. Conciliar os valores emergentes com as praticas possiveis

Data de proposta:12 de setembro de 2008
Nas sociedades contemporaneas está evidenciando-se um fenomeno curioso que pode tornar-se uma patologia social: uma divaricação sempre mais acentuada entre os valores emergentes e as praticas concretas que as pessoas adotam e atuam. Em especial podemos afirmar que todos os valores que no longo prazo estão se impondo (sensibilidade ambiental, condivisão do conhecimento, democratização do gosto, compromisso como cidadão, respeito dos direitos) provém da cultura da esquerda europeia e americana, ao passo que as praticas dominantes são muito mais a expressão do pragmatismo e liberismo da direita.
Na Italia esta divaricação fica particularmente dramatica, e pode ser sintetizada numa expressão que parece ironica mas só aparentemente: estamos nas mãos de uma direita capaz de tudo e de uma esquerda que não sabe fazer nada. Uma direita que não tem mais nenhuma orientação de valores e que regula-se por um decisionismo generico e cego, e uma esquerda que só para defender seus proprios valores renuncia a toda e qualquer forma de governo.
A proposta portanto é criar no territorio laboratorios de experimentação que possam, sobre um valor condividido (por exemplo a sensibilidade ambiental ou o respeito pela diversidade), conseguir elaborar novas estrategias e imaginar novas praticas, individuais e coletivas, a ser promovidas futuramente como projeto cidadão e social.
(veja as propostas anteriores na categoria: terceiro renascimento)

22/10/2008

Proposta 7. Os 10 pontos do Terceiro Renascimento

Data da proposta: 5 de setembro de 2008.
Nesta setima proposta - e depois de um ano de reflexão que no blog pode ser facilmente reconstruido - iniciamos a sintetizar os primeiro 10 pontos que definem o projeto do Terceiro Renascimento e que nos proximos dez anos poderão tornar-se uma plataforma de trabalho e de confronto .
1) Recomeçar pela aliança entre poder economico, visão politica e talento artistico, reestudando com atenção o modelo da Republica de Veneza e a Florença dos Medicis. Outros modelos a aprofundar: a Atenas de Pericles, as outras Republicas Marinaras, a Andalusia no 300, Florença no 400, Lisboa e Bruges no 500, Amsterdam no 600, Paris no 700, Viena no 800, e ainda Paris nos anos 10, Berlim nos anos 20, Buenos Aires nos anos 30, Nova Yorque nos anos 50, Londres nos anos 60, Milão nos anos 80, São Francisco nos anos 90, as cidades do BRIC(Brasil, Russia, India e China) depois do 2.000.
2) Considerar a cidade italiana como um laboratorio aberto de encontros e experiencias culturais, formativas, interdisciplinares, em que a atividade empresarial e a finança avançada tenham condição de atuar um papel iluminado.
3) Recolocar ao centro da formação pessoal a experiencia das Artes e Profissões, e o aprendizado entusiasmante da oficina renascimental.
4) Valorizar neste processo o cuidado, o gosto estetico e suas expressões no ambito de uma redefinição etica da experiencia. A reflexão iniciada en Il Senso dell' Italia pode ser util.
5) Comprender quanto a transmissão contagiosa do saber possa tornar-se uma experiencia feliz e entusiasmante para as gerações jovens, se for ligada á difusão das novas tecnologias.
6) Comprender e moldar uma convergencia natural entre Web 3.0, capitalismo 3.0, terceira economia (aquela que se sustenta no voluntariado) e a propria visão do Terceiro Renascimento.
7) Valorizar e comprender - neste percurso - a experiencia do Segundo Renascimento marcado na Italia pelo surgimento das fabricas do design (de Adriano Olivetti a Alberto Alessi) e das logicas avançadas do design thinking, que constituem uma alternativa avançada ao modelo de management anglo-saxão.
8) Integrar esta visão economico-cultural com os valores e as experiencias do Humanistic Management que desenvolveu nestes anos uma atividade teorica consistente e que merece uma difusão mais ampla.
9) Reunir, começando por estas coordinadas condivisas, todas as experiencias desenvolvidas no territorio italiano nestes anos nos varios ambientes e ocasiões ( desde os festivais urbanos aos projetos distritais) e relançar sua potencialidade além da sua propria valença local.
10) Conseguir na tarefa de reunir e catalizar as propostas, projetos, pessoas e energias que sintam estar em sintonia com as cordas desta visão, e que sejam disponiveis a renunciar a logicas de botequim, a cercas ideologicas, a bairrismos defensivos e a sindromes de prima donna.
veja as propostas anteriores na categoria: terceiro renascimento)

21/10/2008

Proposta 6. Estender o Terceiro Renascimento ás associações já existentes.

29 de agosto de 2008
Para sustentar, desenvolver e difundir os valores e as praticas do Terceiro Renascimento, não é suficiente a boa vontade nem a Rede generica: é necessaria uma aliança com projetos e associações já bem enraizadas no territorio e que possam fazer proprio em modo original este projeto e a visão terceirorenascimental, levando-a em frente nos seus moldes de tempo e meios.Uma ideia poderia ser por exemplo de uma sensibilizaçaõ dos Rotary Clubs - antes na Italia e depois no Mundo - que nos seus estatutos e na sua carta dos valores já propõem uma visão similar em termos reasi e ideais áquela proposta pelo Terceiro Renascimento. Uma primeira ocasião poderia ser a apresentação no dia 11 de setembro do livro Il Senso dell'Italia no Rotary Club Napoli Oeste, que foi gentilmente convidado a fazer , dentro de um dialogo que deveria examinar também o grande tema do Sul, de Napoli e de sue possivel papel no Mediterraneo. Um mes depois da conferencia para imprensa do dia 12 de agosto no hotel Kalindria do Spa Nova Yardinia perto de Taranto(Puglia), onde o argumento debatido foi este mesmo, com referencia especifica ao papel que Le Puglie podem ter no turismo no Mediterraneo. As disponibilidades, as energia e as pessoas potencialmente envolvidas ou envolviveis nesta visão são realmente muitas e a ideia é esta: exortar o leitor a mostrar realidades, grupos ou associações que poderiam ter interesse em tornar-se um elemento estrategico , da grande Rede espontanea que tencionamos alimentar com novas ideias, projetos e propostas. O mundo Rotary pode ser o primeiro passo, muitos outros confiamos possam seguir o exemplo.
( veja as propostas anteriores na categoria: terceiro renascimento)

20/10/2008

Proposta 5. Fotografar o amor e o odio ao Sul

22 de agosto 2008
O bom livro L'impresa forte. Un manifesto per le piccole imprese (A empresa forte. Manifesto para as pequenas empresas). de Paolo Preti e Marina Puricelli, ambos professores na Bocconi e portanto acreditados a interpretar o modelo de business para pequenas e medias empresas italianas, sustenta aquilo que tantas vezes foi repetido neste blog. O sistema Italia como Pais não está em declino. Ao contrario possui "um sistema operativo" baseado em valores e competencias que dificilmente poderão ser replicados ou reproduzidos em outros lugares e portanto pode contar com uma vantagem competitiva não imaginavel apenas alguns anos atrás.
Está certo, até agora o desenvolvimento foi relativo e insuficiente, e o jogo , ainda que aberto e no começo, não está absolutamente ganho. Para contrastar o desafio da globalização precisará equiparse e em particular reforçar tres dimensões, indicadas no livro com clareza: cultura, competencia, educação. Isto tem que acontecer não somente ao Norte ou Nordeste (da Italia,n.d.tr), mas também ao Sul onde algumas semanas atráz participei de uma reunião dos Jovens Empresarios da Confindustria( federação da industria italiana n.d.tr) na Calabria com o emblematico titulo: la bellezza salverá il Mezzogiorno? (a beleza salvará o Sul da Italia?). A respostaé não, se não se criam as condições para pode-la reconhecer, regenerar, relançar. O slogan da reunião também We love Sud é bonito mas não é suficiente, como o artigo de La Capria no Corriere dedicado á outra face de Napoli. Não é suficiente rapazes, sinto muito. O extraordinario patrimonio de beleza do Mezzogiorno d'Italia tem que ser virado ao avesso como uma luva, adotando as chaves da cultura, da competencia, da educação. A começar pelas escolas e pelas familias, os bares e as praças, além dos tribunais e empresas. Aquilo que escutei e as pessoas que encontrei, a começar pelos jovens empresarios que se opuseram corajosamente á 'ndragheta(mafia calabresa n.d.tr), deixam boas esperancas, propondo o slogan We love Sud.
A proposta portanto é de construir sobre este slogan uma atividade articulada que comece contando porque amamos o Sul, e ao contrario quais são as coisas que odiamos do Sul. Enviando fotos e cronicas. Fotografando-as e enviando as fotos para este blog que as ordenará e publicará. E então talvéz possamos recomeçar a raciocinar. A proposta é de começar a produzir novas cronicas acima do Sul, mais em linha com as direções da mudança global em andamento.
( veja as propostas anteriores na categoria: terceiro renascimento)

16/10/2008

Proposta 4. Inserir os 3 Brunos nos programas escolares

15 de agosto de 2008
Para uma sociedade orientada ao Terceiro Renascimento é necessario iniciar pela educação das crianças desde a mais tenra idade. Em especial torna-se estrategico e iluminante elaborar novas praticas educativas capazes de canalizar a excepcional fantasia e capacidade de imaginação das crianças, combinando-as com a plasticidade mnemonica e o potencial de aprendizagem que o cerebro tem nos primeiros anos de vida. Para este objetivo são interessantes dois livros saidos ultimamente na colecção Adelphi, ambos tratando do imaginario infantil.
O primeiro de uma jovem autora italiana - Letizia Muratori - La casa madre, com dois contos onde os protagonistas - uma menina e um menino de 7 anos - desenvolvem seu potencial imaginativo, a primeira abraçando o mundo das bonecas Cabbage - um best seller dos anos '80 - e o segundo recriando um mundo Fantasy com espadas luminosas e cavaleiros do Apocalipse, transfigurando assim a desolação da exploração da prostituição feminina em um mundo de fadas e aventuras extraordinarias.
O segundo de um autor americano - Peter Cameron - que em uma serie de curtos contos com o titulo Medo da matematica descreve a capacidade de reação emocional de um mundo infantil que reclama por um afeto familiar que muitas vezes está absente em um mundo obcecado pelas performances do consumo. O menino que recusa-se a falar desde quando os paes se separaram torna-se o pequeno heroi deste mundo que tem a dificuldade de redescobrir as qualidades simples da afetividade. A proposta portanto é de decidir uma nova aliança entre escola e familia, definindo alguns valores basicos para ser transferidos ás crianças, estimulando suas capacidades imaginativas. Iniciar a ler e a ensinar na escola os jogos e os livros de Bruno Munari (e ......) e comentar junto os filmes de Bruno Bozzetto . Os dois grandes Brunos que descobriram o Renascimento do jogo tem que entrar obrigatoriamente nos programas escolasticos. Junto ao pensamento de Giordano Bruno.
(veja as propostas anteriores na categoria: terceiro renascimento)

10/10/2008

Proposta 3: Alimentar a rede de italicos no mundo

Data da proposta: 8 agosto 2008
A terceira proposta é relativa á italian way , o made in Italy , o sentido da Italia. Mudando para um terreno novo e pouco visitado, alimentando uma rede de italicos no mundo, rede que já existe. A publicação do libelo " Italici. Il possibile futuro di una community globale" (Italicos, o possivel futuro de uma comunidade global), convalida definitivamente a longa gestação da intuição que Piero Bassetti apresentou a 15 anos quando, no meio da incredulidade geral, iniciou a trabalhar sobre o conceito de italicos, ou seja , de uma comunidade global por volta de 150 milhões de pessoas , que no mundo exprimem não somente um estilo de vida, mas também um estilo de pensamento á italiana, que podemos definir italian way , e que vai muito além do made in Italy, e da nação italiana fechada entre seus confins.
O livro se articula a partir de uma longa entrevista concedida recentemente por Piero Bassetti , na qual expoem todas as etapas evolutivas da italicidade e se conclui com um Manifesto dos glocalistas, no qual são recuperados alguns momentos da teoria da complexidade que tanto influiu na elaboração da antropologia post-colonial. O que rende extraordinariamente fertil e original o trabalho de Bassetti é a aplicação destes conceitos á realidade e á cultura italiana no mundo, que o autor define como diasporas e que se mostram como perfeitas interpretes daquela que nos temos definido a estrategia do beija-flor .
Bassetti compara a comunidade global italica com o Commonwealth de culturas, de experiencias, de ideais, uma busca por uma união de todas as pessoas que tenham uma raiz italiana, e- nos completamos- que tenham aquela sensibilidade, aquele gosto, aquela maneira de pensar , que constitue um extraordinario patrimonio(asset) no mundo para sustentar uma visão da vida mais proxima aos valores do Terceiro Renascimento: in um mundo do conhecimento em que a inovação seja o momento no qual o saber e o poder se encontram para fazer a tradição, os valores, a historia.
A proposta portanto é : completar a rede italica con participações, sugestões e ideias que possam alimentar esta visão ajudando a Italia a se tornar o ponto de referencia mundial para o lançamento de um Terceiro Renascimento.
(leia as outras propostas na categoria: Terceiro Renascimento)